quarta-feira, dezembro 11, 2002

Bom, de todos os meus amigos designers, nenhum se dispôs a fazer um banner pra campanha.
O João é legal e, mesmo sem ser designer, não só entrou na campanha como sugeriu uma imagem, e vai ser essa mesma.

SANTOS!! SANTOS!! GOL!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Imagens bacanas pra mandar praquele cara chato:

http://www.tedrlz.hpg.ig.com.br/

segunda-feira, dezembro 09, 2002

E alguém viu na Folha de hj o Trem da Alegria, a última viagem do Dondoca FHC indo pra NY?? Ele e mais de 30 convivas, incluindo a família e 23 deputados puxa sacos do PSDB e PMDB e a Regina Duarte (!) (será que ela não tem medo de avião??). Todos eles ficarão nos hotéis que escolherem, todos cinco estrelas e comerão nos melhores restaurantes. Para fazer nada lá, a não ser bater palmas pro Dondoca quando ele ganhar um prêmio.
Mas o mais legal foi o vôo, em um jato da TAM. Parecia turminha de colégio em viagem de fim de ano. Só faltou guerrinha de travesseiros e um violão tocando Legião Urbana. Mas teve futrica e muito papo-furado, com direito a ironias mil a todos do PT, incluindo Lula e Palocci. Em dado momento, disseram: "Palocci não fala nem inglês e vai ser Ministro da Fazenda", e FHC, com ar incrédulo "Não fala inglês?? É verdade?".
Ai, ai, é a turminha que governou a gente nos últimos oito anos...

sábado, dezembro 07, 2002

Acabei de inventar uma campanha:

Santos Campeão!!
Porque ninguém agüenta mais os corinthianos...

Quem quer aderir??? Grandjean ou alguém, me ajudem a fazer um banner disso antes que termine o campeonato??

quinta-feira, dezembro 05, 2002

Já que muita gente aqui gosta do tema, e eu não posso escrever muito, colo aqui a nota que acabai de fazer para a Revista Hacker sobre o filme 11'09"01. Que acham?

EUA e o mundo, na visão do último
Documentário democratiza a discussão sobre o terrorismo

Já que estamos na Revista Hacker, não vamos usar meias palavras. O atentado de 11 de setembro de 2001 NÃO foi uma agressão do “mal” contra o “bem”. Quem sabe disso, vai adorar o filme 11'09"01, que pode ser conferido nos cinemas das grandes cidades brasileiras.
A idéia é genial: mostrar (de uma forma bem mais ampla do que pôde ser vista na lacrimosidade dos telejornais brasileiros) o que foi o atentado, na visão de diretores de 11 países diferentes. É claro que, com isso, não deixou de causar polêmica, especialmente depois de sua exibição no Festival de Cannes.
Há episódios maravilhosos, outros nem tanto. O grande destaque fica para a seqüência britânica, de Ken Loach, que lembra aos americanos que também já fizeram um país chorar em 11 de setembro (o Chile de Salvador Allende). Pura e simples realidade.
A versão japonesa, totalmente surreal, também é muito interessante. Já os israelenses ficaram, como sempre, chorando suas próprias dores e outros episódios (como o mexicano, o egípcio e o francês) pareceram mostrar uma certa incompetência e falta de inspiração.
Mas, de todos, o que mais merece comentários é o norte-americano. Dirigido por Sean Penn, é um primor de bom-gosto e discernimento: genialmente, o diretor escolheu por se afastar do tema e criar uma fábula, absolutamente linda, por sinal. Afinal, é óbvia sua posição, como cidadão dos EUA. Que eles lamentam as vítimas, todos sabem. Reverentemente, então, Sean Penn deixa finalmente o resto do mundo (sempre ignorado) ter o papel principal na avaliação do ocorrido.