terça-feira, fevereiro 27, 2007

Faz um tempinho eu ouvi falar de uma seita que pregava o fim da espécie humana. Taí, finalmente uma religião com a qual eu concordo plenamente!! :-).
Caramba, será que não tem um jeito mais simples de fazer uma célula do Excel informar qual a porcentagem já decorrida do mês corrente??

=100/(SE(OU(MÊS(HOJE())=1;MÊS(HOJE())=3;MÊS(HOJE())=5;MÊS(HOJE())=7);"31";SE(MÊS(HOJE())=2;"28";"30")))*(DIA(HOJE())

Essa foi a única forma que imaginei! :-).
Os Pernas de Pau!

terça-feira, fevereiro 20, 2007

Finalmente consegui acabar a maratona chamada Grande Sertão Veredas!!
Foi uma luta, quase tão grande quanto a batalha final contra o Hermógenes, mas deu certo! E fiquei surpreso por ter gostado e me envolvido tanto. Afinal, é um livro tão difícil, como todos dizem...

Só que, ao mesmo tempo, é bem mais fácil de acompanhar do que eu imaginava, e até muito cômico em alguns momentos. O Guimarães Rosa foi mesmo um gênio, e não vejo a hora de ler outros livros dele. Assim que der uma brecha aqui devo começar o Sagarana. Difícil é saber quando isso vai acontecer...

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Só mesmo em Uberlândia... Informado por todos que o melhor lugar da cidade pra sair é o London Pub, fui achando que beberia uma Guiness e ouviria rock, lógico.

No fim, trata-se de uma danceteria que vende apenas Skol e apresenta uma distinta banda de axé. Típico desta aprazível cidade... :-)

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Finalmente algumas fotos da viagem! Esperem carregar tudo (são uns 3 MB) antes de ver.

******Londres**********

Monumento à frente da Catedral de Saint Paul



O mêtro de Baker Street homenageando o “morador” ilustre



Trafalgar Square, com a cabeça do Almirante Nelson cortada. Consegui o que nem Napoleão foi capaz!



Essa foi a primeira visão que tive da neve em toda a minha vida, ao acordar um dia no albergue



Claro que eu não podia deixar de ficar brincando com ela...



Fui até o Hyde Park conferir o visual



O imenso lago Serpentine, no Hyde Park, numa hora "Here comes the sun" no meio da neve! Pra mim foi um dos melhores momentos da viagem



Um patinho bebendo água no Serpentine



Nesta casa real nasceu a Rainha Vitória



The Tottenham, o pub que eu mais gosto de ir, na Tottenham Court Road



O Tâmisa, com a London Eye e o Parlamento



Canal da Mancha, visto de dentro da balsa em que eu estava. Dá pra imaginar trens e carros passando aqui por baixo???!!



******Paris**********

Parecem plantas, não?? Mas são frigideiras, no Hotel em que eu fiquei em Paris



Busking. Esse cara tocava bem, e de luva!



Um simpático casal na Champs-Élysées (meus pais, para quem não conhece)



Eles de novo, agora na ponte Alexandre III



Concurso para a praça mais bonita de Paris. Primeiro, a Republique



Agora, Nation



E por último, Bastille



Espécie de Espaço Unibanco Francês, às margens do Canal de St. Martin



Indigentes no canal. Paris tem deles aos montes! À noite, é impressionante: fileiras de barracas sem fim se espalham por toda a extensão do canal



Hotel de Ville, a sede da Prefeitura. Imagina o fino Kassab num lugar desses?



Patinação na frente no Hotel de Ville



Último jantar com a família
E aqui estou eu de volta à minha vidinha no Brasil. E dessa vez, posso dizer que minhas sensações foram muito, mas muito diferentes das que tive em 2004.

Primeiro, não me senti muito à vontade. O frio intenso (chegou a -1°), o fato de estar levando mala pesada para todos os cantos, os muitos dias passeando sozinho, a idade que chega, estar acostumado a morar sozinho... Tudo isso me deixou menos encantado com a viagem do que antes, menos disposto a passar perrengues, menos paciente com noites mal-dormidas em albergues, dividindo quarto com panelinhas de americanos+australianos+canadenses.

Mesmo assim, claro que adorei a viagem! Foi emocionante o casamento, a neve, o passeio no Hyde Park... Mas não senti o mesmo do que a surpresa de ver tudo aquilo em 2004. Agora, com todos os fatores que eu mencionei acima, comecei a ver também os defeitos. Admiro muito a cultura européia, mas não acho (como eles) que é uma cultura superior às demais; apenas acho que é melhor em alguns pontos e pior em outros:
Admiro a obediência às regras, mas não gosto do ar depressivo;
Gosto do senso de coletividade, mas não da falta de generosidade e humildade;
Acho legal o tratamento polido, mas sinto falta da espontaneidade.

E assim por diante. Ao chegar aqui, percebi: o brasileiro é mais pobre, é mais tosco, mas é mais feliz. Está estampado na cara deles. Fora as várias demonstrações de racismo que sempre presencio por lá. Isso não é legal.

Enfim, gostei muito de ter ido, mas gosto muito de estar de volta ao meu país, onde me sinto tão bem adaptado. Afinal, essa é a minha vidinha. E eu gosto muito dela.