domingo, novembro 23, 2008

Depois de muito tempo, fui ver como está o Google Docs. Realmente incrível a evolução, tanto de recursos relativos ao Office quanto ao gerenciamento de documentos!

Realmente, a Microsoft deve colocar as barbas de molho. Pouco impede as pessoas, hoje, de migrar para um modelo que use um sistema operacional bem simples, e todo o gerenciamento de arquivos e aplicativos diretamente na Web.

sábado, novembro 22, 2008

Fase 1 vencida. E eu não pensei que fosse exigir tanto de mim. O bom foi que aprendi demais...

Agora é tocar com tudo pra fase 2!

terça-feira, novembro 11, 2008

Excelente trabalho de reportagem: Brasileirão sem erros de arbitragem.

Gostaria que fizessem isso sempre, que houvesse essa tabela paralela o tempo todo. Assim poderíamos fiscalizar melhor as mutretas que vivem acontecendo no futebol. Afinal, o que você acha de um time (São Paulo) que é beneficiado decisivamente em 12 dos seus 34 jogos (35%)?

Complementando a reportagem, fiz uma tabela com o saldo (jogos em que foi ajudado - jogos em que foi beneficiado). A diferença do São Paulo pros outros times é enorme (é o único que dispara na lista):

São Paulo 7
Grêmio 3
Palmeiras 3
Cruzeiro 2
Portuguesa 2
Santos 2
Atlético-PR 1
Coritiba 1
Sport 1
Botafogo 0
Flamengo 0
Goiás -1
Internacional -1
Vitória -1
Figueirense -3
Fluminense -3
Ipatinga -3
Náutico -3
Vasco -3
Atlético-MG -4

Assim fica difícil...

Vamos continuar acompanhando.

Correção: a lista que fiz acima se refere a números de erros (podendo ser vários por partida), e não a jogos. Portanto, os 35% de jogos beneficiados, que coloquei, devem ser ignorados (em vez disso, são 14%, o que também é bastante).

sábado, novembro 08, 2008

Essa é praqueles que ainda só pensam em PIB:

Felicidade Interna Bruta (FIB), ou a medida de progresso dos seres humanos, e não do dinheiro

Apesar de ser usado mundialmente para medir o desempenho econômico dos países, o Produto Interno Bruto (PIB) é um índice capenga. Destruir a Amazônia e transformá-la em móveis, pasto e plantação de soja, por exemplo, parece um bom negócio. Isso faz aumentar o PIB, pois ele só leva em conta a riqueza gerada pelos produtos, ignorando a perda dos recursos naturais e os desastres sociais que essas atividades provocam.

Há várias tentativas em todo o mundo de criar índices que possam medir o quanto uma sociedade está evoluindo, de maneira sustentável, na direção de proporcionar uma vida digna e confortável a todos os seus integrantes. Um deles é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), usado pela Organização das Nações Unidas, que leva em conta o PIB per capita, a longevidade das pessoas e sua educação (avaliada pelo índice de analfabetismo e pelas taxas de matrícula nos vários níveis de ensino). O IDH foi criado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq (1934-1998), que foi diretor de Planejamento de Políticas do Banco Mundial e organizador do primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU, e pelo indiano Amartya Sen, que recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 1998.

Mas foi no minúsculo Butão, país encravado na Ásia aos pés da Cordilheira do Himalaia, que surgiu, há mais de trinta anos, o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), que engloba não só o crescimento econômico, mas também as dimensões sociais, ambientais, espirituais e culturais do desenvolvimento. Na I Conferência Nacional sobre FIB, realizada no final de outubro, em São Paulo, Karma Dasho Ura, coordenador das pesquisas sobre a FIB no Butão, explicou como é composto esse índice: "Analisamos as 73 variáveis que mais contribuem para a meta de atingir o bem-estar e a satisfação com a vida".

Essas variáveis estão abrigadas em nove itens gerais:
1. Bom padrão de vida econômico
2. Gestão equilibrada do tempo
3. Bons critérios de governança
4. Educação de qualidade
5. Boa saúde
6. Vitalidade comunitária
7. Proteção ambiental
8. Acesso à cultura
9. Bem-estar psicológico

Para Dasho Ura, "a felicidade das pessoas deve ser o objetivo das políticas públicas do governo". Também presente no congresso, Susan Andrews, psicóloga e antropóloga americana radicada no Brasil, apresentou exemplos de como a busca pelo crescimento puro e simples pode ser uma boa escolha para os números da economia, mas um péssimo caminho na vida dos cidadãos. "Nos Estados Unidos, desde 1950, o PIB aumentou três vezes", contou. "Nesse período, o índice de crimes violentos quadruplicou e aumentou o número de pessoas deprimidas e de suicídio entre adolescentes", comparou. "Várias pesquisas mostram que o ápice da felicidade, nos Estados Unidos, foi durante a década de 1950. De lá para cá, houve degradação não no plano material, mas no imaterial".

Outro palestrante no evento foi Michael Pennock, diretor do Observatório para Saúde Pública em Vancouver, no Canadá, que expôs uma situação semelhante em seu país. "Estamos ficando mais prósperos, mas perdendo a sensação de vida em comunidade. Não somos mais felizes e estamos destruindo o planeta", disse ele. Ao informar que está em desenvolvimento o Índice Canadense de Bem-Estar, baseado na estrutura da FIB, Pennock afirmou: "Precisamos repensar nossas noções básicas de progresso, pois, a partir de certo ponto, a prosperidade não traz o aumento da felicidade nem do bem-estar".

quarta-feira, novembro 05, 2008

Viva Obama!!

Quem sabe a partir de agora o mundo "respire" melhor...

Parabéns aos pensantes dos EUA. Aos caipiras, chuuupem! Teremos neurônios na Casa Branca!

terça-feira, novembro 04, 2008

Incrível esse site: The World For! Ele faz uma "eleição mundial" entre Obama e McCain, com diversas informações interessantes. Podemos ver, por exemplo, que quase o mundo inteiro prefere o Obama, e que os brasileiros são os que mais participam do site. Pode-se acompanhar de onde vêm os votos, a cada momento, e muitos outros dados que vão sendo computados.

No link "View a Country", há um resumo do que respondem em cada país. É interessante ver que a maior preocupação de quem vota no Brasil é "Educação", gostei! Mas não gostei de ver "Aquecimento Global" como a 6ª maior preocupação dos americanos e a 5ª dos chineses.

Vale a pena visitar!

domingo, novembro 02, 2008

Estranhíssimo o título do Hamilton, ganho na última curva... Mas estranhíssimo meeeesmo.

São muitas coisas como essa que acontecem no esporte que fazem a gente ficar com um pé atrás com tudo isso.

Mas reafirmo o que disse no outro post: o melhor piloto do ano foi Massa. Hamilton teve foi o melhor conjunto piloto + carro + equipe.

Porque temos que lembrar tambem o GP da Hungria, em que o motor fundiu com ele estando em 1º, faltando 2 voltas. Só com esses pontos e os de Singapura, estaria 19 na frente. Já chegaria em Interlagos campeão.

Mas enfim, que foi tudo muito estranho, foi mesmo. Padrão Corinthians-MSI de estranheza.
Se o Massa perder o campeonato por causa de 10 pontos ou menos, dá pra dizer que foi tudo culpa da Ferrari e as inacreditáveis trapalhadas do GP de Singapura. O melhor piloto, durante a maior parte da temporada, foi mesmo o Massa. Hamilton contou foi com um conjunto mais eficaz de time + máquina + piloto.